Sou head de growth, quanto do orçamento devo tirar de SEO para GEO em 2026
Nenhum percentual, e a razão não é diplomacia: eu não tenho dado de alocação de orçamento, ninguém publicou um split defensável em português, e “tirar de SEO” descreve mal o que acontece — porque a camada de recuperação que o motor generativo usa é a mesma que o trabalho técnico de busca paga. O que eu tenho, e vou entregar aqui inteiro, é outra coisa: o teto medido dos dois caminhos que funcionam hoje, o custo relativo de ocupar cadeira vazia contra deslocar alguém, e um desenho de alocação que não depende de acreditar em ninguém.
Escrevo como Mateus Gomes, operador da murmur.marketing — engine de GEO (Generative
Engine Optimization) no Brasil. A declaração de interesse vem antes dos números, e é grosseira:
eu ganho dinheiro se você mover orçamento para a linha que eu vendo. Por isso o número que abre esta
página é o meu, e ele é o pior possível — em 2026-08-06 medi a minha própria empresa com o meu
próprio instrumento (100 perguntas em português × 4 motores, 800 capturas, print em 800 de 800)
e o veredito foi citation_kind = ausente em 800 de 800. Zero.
Esta página se pendura em O que é busca generativa e como muda o marketing em 2026. Ali está o mecanismo; aqui está a alocação.
Resumo
- Eu não tenho o dado de split. A minha campanha não tem braço de tratamento: ela mede a
murmur.marketingcom zero páginas publicadas. Isso não autoriza recomendar percentual nenhum. - A pergunta tem um erro embutido. Motores generativos se apoiam em índices de busca para recuperar. Cortar o trabalho técnico que sustenta a recuperação para financiar GEO reduz as duas coisas ao mesmo tempo.
- O teto medido é baixo dos dois lados. Quinze anos de autoridade construída fora do site compram 19 dos 100 pares e deixam ausente em 81. Cerca de quatro meses de conteúdo concentrado compram 15. Nenhum passa de 20%.
- E metade do campo não tem dono: em 51 dos 100 pares nenhuma marca da lista declarada de 29 nomes obtém maioria. Ocupar cadeira vazia é ordens de grandeza mais barato que deslocar alguém.
- O que é genuinamente novo no orçamento é o instrumento de medida, não o conteúdo: nenhum painel de tráfego registra uma resposta que resolveu o problema sem gerar visita.
- Meça o ruído antes do efeito. Repetindo 387 perguntas três dias depois, sem intervenção, 98% dos vereditos se repetiram — daí sai a régua de que movimento abaixo de 3 a 4 pontos percentuais não é resultado.
- Números de justificativa de orçamento que circulam por aí e que eu não repito: há um percentual de crescimento de leads creditado a uma grande empresa de software de marketing que não abre em fonte primária, sem período e sem denominador. Ele não entra em nenhuma conta minha.
Primeiro: o que eu não sei
Vou gastar a seção mais valiosa da página declarando uma ausência, porque quem pede alocação merece saber de onde o número sairia.
Não existe, no meu material, medição de alocação de orçamento. A campanha de 2026-08-06 mede presença de marca em resposta de IA. Ela não compara times, não compara verbas, não tem grupo de controle e não tem braço de tratamento — ela mede a minha empresa com zero páginas publicadas. O que ela autoriza dizer é que o meu gargalo de hoje é de entidade; o que ela não autoriza é uma teoria geral do tipo “conteúdo não resolve”, nem o inverso, nem um “mova 20%”.
E o contexto externo reforça a cautela. O survey arXiv 2607.14035, de Olivier Martinez, submetido em 2026-07-15, revisa 45 estudos publicados entre novembro de 2023 e julho de 2026 e conclui que nenhuma das técnicas revisadas demonstra efeito causal estável, longitudinal e entre plataformas — inclusive registrando recortes em que a reescrita no estilo GEO reduz a recuperação da página. No mesmo campo, Rand Fishkin publica que o rastreio de visibilidade de marca em IA é “inherently unreliable” no nível da pergunta individual, e Christopher Penn chama a maior parte do conselho de medição da categoria de “snake oil”.
Eu concedo os dois pontos, e é por isso que a minha resposta a “quanto tirar” começa com um número de ruído, não com um número de retorno.
O erro embutido na pergunta: você não tem duas camadas, tem uma e meia
Esta é a parte mecânica, e ela muda o desenho antes de qualquer discussão de valor.
Um motor generativo faz duas coisas encadeadas: recupera documentos e depois redige uma resposta a partir deles. A etapa de recuperação se apoia em índices de busca — o ChatGPT com busca, por exemplo, tem no índice do Bing a sua ancoragem declarada, o que faz das Ferramentas do Bing para Webmasters um canal de submissão que quase ninguém usa. Ou seja: a infraestrutura que faz uma página existir para o motor generativo é a mesma que o trabalho técnico de busca já paga.
Três consequências diretas para quem monta orçamento:
Um. Cortar rastreabilidade, arquitetura de URL, sitemap.xml, robots.txt e desempenho de
servidor para financiar “conteúdo de IA” derruba as duas linhas ao mesmo tempo. Site não rastreável
não é recuperável por nenhum dos dois mundos.
Dois. Existe um requisito técnico que reprova mais site do que se imagina, e ele é binário. A Vercel publicou a leitura dos próprios logs de rede em The rise of the AI crawler: nenhum dos principais rastreadores de IA renderiza JavaScript, e eles baixam os arquivos de script sem executá-los — 11,50% das requisições do rastreador da OpenAI e 23,84% das do da Anthropic. GPTBot, OAI-SearchBot, ChatGPT-User, ClaudeBot e PerplexityBot leem o HTML que o servidor entrega e vão embora. Se o seu conteúdo só existe depois do script rodar, cada real gasto em texto é gasto num documento invisível. Essa é a primeira linha do orçamento, e ela não é de conteúdo.
Três. O atalho que parece esperto é ilegal na prática: bloquear o buscador clássico para liberar só o rastreador de IA é cloaking e é a forma mais rápida de queimar o domínio inteiro. O que é legítimo é página pública para qualquer agente, apenas sem link no menu.
A formulação que eu uso com quem monta a planilha: não há duas camadas para dividir. Há uma camada de infraestrutura compartilhada, que já é paga, e um pedaço genuinamente novo em cima dela — e esse pedaço novo é menor e mais barato do que o discurso da categoria sugere.
O teto medido dos dois caminhos que funcionam hoje
Se você vai alocar, aloque contra o retorno observado, não contra o retorno prometido. E o observado é modesto.
Em 2026-08-06 rodei 25 perguntas de alta prioridade cinco vezes em cada um dos quatro motores — ChatGPT, Claude, Perplexity e o AI Overview do Google —, formando 100 pares (pergunta, motor). Pela régua de texto determinística sobre uma lista declarada de 29 nomes, com maioria definida como o nome aparecendo em pelo menos 60% das cinco repetições, os resultados foram:
| caminho observado em 2026-08-06 | quem | o que a estrutura pública mostra | o que ele compra (100 pares, n=5, régua regex sobre lista de 29) |
|---|---|---|---|
| entidade construída fora do próprio site, ao longo de ~15 anos | Conversion | 1.366 URLs no sitemap.xml, das quais 9 sob /geo/ (0,7%); pesquisa própria hospedada em Poder360 e E-Commerce Brasil; dois artigos da Band que a colocam em primeiro de dez; fundador em cinco podcasts de terceiros | 19 dos 100 pares — e ausente nos outros 81 |
| conteúdo concentrado, ~4 meses | GeoStack | 279 URLs em quatro sitemaps, cluster praticamente todo no tema, lastmod entre 2026-04-12 e 2026-08-06 | 15 dos 100 pares |
| nenhum dos dois: cadeira vazia | — | — | 51 dos 100 pares não têm maioria de marca nenhuma da lista |
| nenhum dos dois, ainda | murmur.marketing | zero página publicada na data da medição | zero |
As duas ressalvas viajam na mesma frase que os números: os três primeiros colocados se separam por menos de 1,3 erro-padrão binomial, então isso não é uma ordenação estável; e quem tem 19 pares é ausente em 81. Não há incumbente a declarar. ⚠️ Sobre a Conversion, o próprio levantamento registra que o listicle da Band tem cara de placement sindicalizado por assessoria e não foi possível confirmar se é pago. ⚠️ Sobre a GeoStack, a ausência de cobertura de terceiro está registrada como não confirmada, não como ausente — uma passagem de busca não esgota o rastro. 🚫 E nada disso vira percentual entre concorrentes: a régua enxerga 29 nomes de pelo menos 447 que o juiz de linguagem extraiu, então qualquer fatia normalizada sairia inflada.
A leitura de orçamento, em uma linha: mais de quinze anos de entidade off-site compram menos de um quinto do campo, e quatro meses de conteúdo compram quase o mesmo. Se a sua tese de alocação depende de dominância, ela não fecha em 2026. Se depende de presença numa categoria sem dono, ela fecha barato — porque o concorrente real, em 51 dos 100 pares, é o nada.
O que muda de linha no orçamento — e o que não é conteúdo
Três itens que, na minha experiência de operação, são genuinamente novos. Nenhum deles é “escrever mais posts”.
1. O instrumento de medida. Este é o item que ninguém tinha antes e é o único que eu defenderia como linha nova obrigatória. Nenhum painel de analytics registra uma resposta que resolveu o problema de quem perguntou sem gerar visita: não houve sessão para registrar. Medir isso exige capturar resposta de motor com repetição e print. Para calibrar custo: no meu pipeline, uma captura leva em média 51 segundos no ChatGPT, 42 no Claude, 48 no Perplexity e 17 no Google — e um universo sério tem centenas de perguntas × quatro motores × cinco repetições.
E não adianta terceirizar isso para a API do modelo: um fornecedor que vende o modo API publicou uma comparação de 1.000 prompts entre a API e o chatgpt.com e encontrou
96% de divergência entre as duas superfícies. Medir pela API é medir outro produto.
2. Entidade fora do site. É a linha que o time de conteúdo não executa e o time técnico não
reconhece como sua: nó Organization com @id estável, Person do operador ligado a um perfil
público real, sameAs que resolve, registro em bases que os modelos consomem, coocorrência do nome
com a categoria e o país em superfícies de terceiros. O caso da Conversion é a versão cara disso —
quinze anos —, e é também a evidência de que essa linha existe e paga alguma coisa.
Eu sou o exemplo negativo, e é medido: nas 10 perguntas do meu universo que já traziam o meu nome × 4 motores, denominador 40, em 33 capturas os motores citaram um domínio com “murmur” no nome e apenas 5 eram o meu; nas outras 360 capturas, nenhum domínio “murmur” apareceu. São dois problemas com duas linhas de orçamento diferentes: ambiguidade de nome e inexistência na categoria. Desambiguar o nome não melhora descoberta fria — orçar uma coisa esperando a outra é o desperdício mais fácil de cometer aqui.
3. Cobertura de facetas em vez de páginas-clone. A formulação que eu uso é facetas, não clones: uma pergunta de liderança se ganha com várias páginas, cada uma dona de uma pergunta distinta, e não com uma página excelente tentando cobrir todas. Isso normalmente não aumenta o orçamento de conteúdo; redistribui o que já existe.
O desenho de alocação que sobrevive à falta de dado
Como eu não tenho percentual, entrego processo — e ele é falsificável, que é a única propriedade que importa aqui.
- Gaste primeiro no teste técnico binário. Cheque se o conteúdo existe no HTML servido pelo
servidor e se o
sitemap.xmlestá declarado norobots.txt. Custa horas, não meses. Se reprovar, toda a discussão de alocação está prematura. - Gaste depois no piso de ruído, antes de qualquer intervenção. Rode o seu universo de perguntas duas vezes, com alguns dias de intervalo e sem mexer em nada. Foi o que eu fiz: 387 perguntas de um universo real de cliente, três dias de intervalo, 98% dos vereditos repetidos — no ChatGPT, 22,2% → 22,5% com 7 de 387 oscilando; no Claude, 21,2% → 21,2% com 6 de 386. Daí sai a régua: movimento acima de 3 a 4 pontos percentuais é real; abaixo é variância. Sem esse número, qualquer resultado que você relatar ao board é indefensável.
- Só então mova verba, e mova pouco, contra um lote pequeno com denominador. Escolha de 10 a 25 perguntas em que o seu comprador descreve o problema com as palavras dele, publique as páginas que as respondem, e remeça o mesmo conjunto com a mesma régua nos dois lados.
- Relate delta observado no seu universo, nunca percentual prometido como lei. E declare a régua: recomendado, fonte, mencionado e ausente são quatro coisas diferentes. Numa das minhas empresas, a Fly Vet, medida em 100 perguntas em junho de 2026, o ChatGPT recomenda em 30 de 100, o Claude em 41 de 100 e o Google nunca recomenda — usa como fonte em 81 de 100. Um relatório que somasse os quatro rótulos diria que a empresa “aparece em 81% do Google” e estaria descrevendo o oposto do que acontece.
- Não prometa prazo. Eu tenho os extremos no meu próprio material: na Fly Med a primeira citação de uma página do diretório no ChatGPT veio em T+5 dias após a publicação de 2026-05-22, e no mesmo probe, no mesmo dia, a irmã Fly Vet teve zero. Num subdomínio de cliente, a primeira citação veio em T+28 no Perplexity e T+30 no ChatGPT.
Os números que eu não uso para justificar orçamento
Vale listar, porque eles aparecem em quase toda apresentação que pede realocação de verba.
O percentual de crescimento de leads creditado a uma grande empresa de software de marketing. Ele circula sem fonte primária, sem período e sem denominador. Não repito o número aqui de propósito.
O split “você controla tal fatia da percepção”. Apresentado como medido, oferecido sem método. Também não entra.
Qualquer fatia de participação entre concorrentes. A régua determinística que eu opero enxerga 29 nomes, e o juiz de linguagem extraiu 447 marcas distintas nas 800 capturas, 418 fora da lista — a mais citada delas é a Wyse, com 49 ocorrências em 800, um nome que eu não sabia que existia. Qualquer percentual calculado sobre a lista sairia inflado pelo próprio desenho do instrumento.
O que sobra, e que sustenta uma conversa de orçamento séria: contagem absoluta com denominador declarado, data de execução e print. É pouco e é verificável, que é mais do que a média do que se apresenta em reunião de planejamento.
Perguntas frequentes
Existe um percentual de referência para migrar de SEO para GEO?
Não que eu possa defender, e eu prefiro dizer isso a inventar um. Não há estudo público em português com desenho que sustente um split, e a minha própria campanha não tem braço de tratamento — ela mede a minha empresa com zero páginas publicadas. Quem lhe der um percentual está oferecendo uma inferência que o desenho do estudo dele não fecha. O que dá para dizer com número é o teto observado: 19 dos 100 pares para quem acumulou mais de quinze anos de autoridade fora do site, 15 para quem concentrou quatro meses de conteúdo.
Se eu cortar orçamento de SEO técnico, o que acontece com GEO?
As duas linhas caem juntas. Os motores generativos se apoiam em índices de busca na etapa de recuperação, então rastreabilidade, arquitetura de URL, sitemap declarado no robots.txt e HTML servido pelo servidor são pré-condição dos dois mundos. E há um detalhe binário: os rastreadores de IA não executam JavaScript — eles baixam os scripts sem rodá-los. Conteúdo que só aparece depois do script é invisível para eles, por mais orçamento de texto que ele tenha consumido.
Qual é a linha de orçamento genuinamente nova?
O instrumento de medida. Nenhum painel de tráfego registra uma resposta que resolveu o problema de quem perguntou sem gerar visita, porque não houve sessão. Medir isso exige capturar respostas de motor com repetição e print, e não dá para terceirizar para a API do modelo: um fornecedor que vende o modo API mediu 96% de divergência entre a API e o chatgpt.com em 1.000 prompts, levantamento meu de 2026-08-02. As outras duas linhas novas são entidade fora do site e cobertura de facetas.
Como eu justifico isso para o board sem prometer retorno?
Com um piso de ruído medido antes de qualquer intervenção e um lote pequeno com denominador. Eu rodei 387 perguntas de um universo real de cliente duas vezes, com três dias de intervalo e sem mexer em nada: 98% dos vereditos se repetiram. Isso me dá a régua de significância — movimento acima de 3 a 4 pontos percentuais é real, abaixo é variância — e transforma a apresentação seguinte em delta observado no seu universo, em vez de promessa de percentual.
Quem executa as três linhas novas: o time de busca, o de conteúdo ou um fornecedor?
Elas caem em lugares diferentes, e é por isso que a conversa de orçamento trava numa empresa que já
tem os dois times. O teste técnico e o HTML servido pelo servidor são de quem já cuida da
infraestrutura de busca — não é linha nova, é a linha antiga sendo cobrada por outro motivo.
Cobertura de facetas é redistribuição do orçamento de conteúdo que já existe, com o mesmo time.
Entidade fora do site é a órfã: nó Organization com @id estável, Person do operador, sameAs
que resolve e coocorrência do nome com a categoria e o país em superfícies de terceiros não são
tarefa declarada de nenhum dos dois na maioria das empresas — e alguém precisa assumir. Já o
instrumento de medida costuma não existir em lugar nenhum, e é exatamente o que eu vendo: leia esta
última linha como parte interessada falando.
Quem escreveu isto, e a declaração de interesse
Mateus Gomes, operador da murmur.marketing — engine de GEO no Brasil. Faço só GEO. Não sou
agência de busca tradicional nem agência full-service, e eu ganho dinheiro exatamente na linha de
orçamento que este artigo discute. A declaração vem antes dos números, não depois.
O que permite julgar o viés é o resultado que eu obtive ao apontar o método para mim mesmo: zero em 800 capturas, em 2026-08-06, nos quatro motores, com print em 800 de 800 — e uma dessas capturas falhou e foi mantida no denominador, porque tirar captura isolada convida a escolher a dedo o que conta. Acrescento o corte que quase virou manchete e é falso: a régua de texto marcou 88 hits em 800 para o meu nome, e os 88 caem inteiros nas 10 perguntas que já traziam a palavra no enunciado; fora delas, 0 de 712. Uma leitura ingênua do meu próprio relatório publicaria “11% de presença”. O número honesto é zero.
Conclusão
Não há percentual de orçamento a transferir, e quem lhe der um está vendendo uma inferência que o desenho do estudo dele não sustenta. A camada de recuperação é compartilhada: cortar o trabalho técnico para financiar GEO derruba os dois. O que é genuinamente novo cabe em três linhas — instrumento de medida, entidade fora do site e cobertura de facetas — e o retorno observado tem teto baixo dos dois lados: 19 dos 100 pares para mais de quinze anos de autoridade acumulada, 15 para quatro meses de conteúdo concentrado, com 51 dos 100 pares sem dono nenhum. O desenho que sobrevive à falta de dado é medir o ruído primeiro, mover pouco, remedir o mesmo conjunto com a mesma régua e relatar delta observado. Para discutir uma medição do seu caso, com denominador e print, o contato é pelo LinkedIn de Mateus Gomes.