estúdio de motion design B2B, em São Paulo
O ChatGPT pôs a Mindo em primeiro lugar em 21 de 134 perguntas em julho de 2026, contra 4 nas mesmas perguntas em junho
A Mindo é um estúdio de motion design de São Paulo. Em 13 e 14 de julho de 2026 o ChatGPT a punha em primeiro lugar em 21 de 134 perguntas espontâneas do mercado dela, contra 4 nas mesmas 134 perguntas dezessete dias antes. Recomendada, e não só citada, ela foi de 16 para 31. No mesmo ciclo o Claude caiu de 13 para 8 em 123, e o Google não a recomendou nenhuma vez.
- 25 e 26 de junho de 2026, no ChatGPT
- 16 de 134 (11,9%)134 perguntas espontâneas do mercado da Mindo, respondidas pelo ChatGPT nos dois ciclos, com a mesma régua e o mesmo juiz. O guia já estava no ar desde 22 de junho, então este não é o ponto zero do trabalho.
- 13 e 14 de julho de 2026, no ChatGPT
- 31 de 134 (23,1%)as mesmas 134 perguntas espontâneas, mesma régua, mesmo juiz: 24 perguntas entraram e 9 saíram
- período
- Diagnóstico de abertura em 29 de maio de 2026. O antes foi capturado em 25 e 26 de junho de 2026 e o depois em 13 e 14 de julho de 2026. A ordem importa: o guia da Mindo já estava inteiro no ar desde 22 de junho, então a medição de junho não é um retrato pré-trabalho. O retrato pré-trabalho é o de 29 de maio, e ele tem outro denominador.
- porte
- Não informado. O porte da Mindo não consta do perfil nem da entrevista, e a murmur.marketing não estima o que não mediu.
- universo
- 134 perguntas espontâneas que o ChatGPT respondeu nos dois ciclos. No Claude, o conjunto equivalente tem 123 perguntas; no Google, 167. O universo cheio de julho tem 538 perguntas espontâneas por motor, depois de descartadas as 27 que trazem a palavra Mindo. O diagnóstico de 29 de maio é outro universo: 63 capturas, de 21 perguntas em 3 motores.
- motores
- ChatGPT, Claude e Google, nos dois ciclos. O Perplexity rodou em junho e ficou fora de julho, então toda comparação usa só os três motores comuns. No diagnóstico de maio rodaram 3 motores: o Perplexity foi bloqueado por Cloudflare e não chegou a rodar.
Em 29 de maio de 2026 a Mindo não apareceu em nenhuma das 63 capturas do diagnóstico
A Mindo é um estúdio de motion design de São Paulo, registrado como MINDO PUBLICIDADE LTDA, CNPJ 00.319.345/0001-02, e atende empresas em duas linhas: apresentação corporativa e vídeo animado. Ela é cliente da murmur.marketing, engine de GEO (Generative Engine Optimization) no Brasil operada por Mateus Gomes, que foi contratada para o trabalho descrito aqui e mede o próprio resultado. Os números desta página saem dos relatórios dessa mesma operação, e o caso é publicado com aval da Mindo registrado em 10 de agosto de 2026.
Em 29 de maio de 2026, antes de a murmur.marketing publicar qualquer coisa, a Mindo não era citada uma vez sequer. O diagnóstico rodou 21 perguntas do mercado dela em 3 motores, o que dá 63 capturas, e a Mindo apareceu em zero delas. Não era má vontade de um motor: os três concordavam, nas duas linhas de negócio.
A causa estava no site. Ele é um aplicativo React que monta a página dentro do navegador, sem renderização no servidor, então o robô de IA que não executa JavaScript enxerga página vazia. Eram seis páginas institucionais e nada mais: sem blog, sem artigos, sem FAQ, sem schema, e com o idioma do HTML declarado errado. E não era bloqueio: o robots.txt liberava tudo e havia sitemap com as seis páginas. Não havia o que ler.
Esse zero vale com o denominador dele, e só com ele. Ele conta menção em 63 capturas de maio. O número do placar conta recomendação em 134 perguntas do ChatGPT em junho e em julho. São instrumentos e universos diferentes, e a murmur.marketing não costura os dois numa linha só.
São dois mercados, não um, e o muro das perguntas genéricas era de entidade
A medição mostrou dois mercados. Em apresentação, a IA cita um grupo de nomes. Em vídeo animado, cita outro. Só um concorrente atravessava os dois. Como a Mindo vende os dois, o trabalho foi dividido em dois territórios desde o primeiro dia.
Apareceram também perguntas órfãs, em que nenhum dos três motores ancorava fornecedor nenhum: relatório de sustentabilidade e ESG, apresentação para evento corporativo, vídeo de treinamento, endomarketing e comunicação visual para farma. A Mindo tinha caso real em quase todas. Foi por aí que o guia começou, publicado em levas no subdomínio guia.mindo.com.br. Em 22 de junho o corpus já estava inteiro no ar, e é por isso que as 134 perguntas de junho, capturadas três dias depois, não são um retrato de antes do trabalho.
Quando a medição indicou que o muro das perguntas genéricas era de entidade, e não de conteúdo, abriu-se uma frente fora do site: um dossiê com os fatos da empresa ancorados em fonte aberta e rascunhos de cadastro em diretório e em base de dados aberta, os dois dependendo de execução do lado do cliente. É trabalho de prazo longo, e nada dele entra no número desta página. Uma coisa ficou recusada por escrito: o ano de fundação. A data que a empresa usa não tem fonte aberta de terceiro, e a única ancorada é 1994, que é a abertura do CNPJ e não a abertura do estúdio. A recomendação registrada foi omitir o campo em todo cadastro até aparecer fonte aberta.
No ChatGPT, 24 perguntas passaram a recomendar a Mindo e 9 deixaram de recomendar
Na remedição de 13 e 14 de julho de 2026, o ChatGPT recomendava a Mindo em 31 das 134 perguntas espontâneas, contra 16 nas mesmas 134 em 25 e 26 de junho. São 11,2 pontos percentuais de diferença. A conta pergunta a pergunta é a que explica de verdade: 24 perguntas que não traziam a Mindo passaram a trazer, 9 fizeram o caminho contrário, 7 já traziam e continuaram trazendo, e 94 não a trouxeram em nenhum dos dois ciclos.
Entre as que entraram estão as genéricas, do tipo melhores estúdios de animação. É onde o dono quer estar e é onde o muro era mais alto, porque é a pergunta que o comprador faz quando ainda não tem nome nenhum na cabeça. Nessas respostas o ChatGPT passou a descrever a Mindo como opção para vídeo animado 2D autoral e apresentação corporativa. O que está medido é isso: ela passou a ser recomendada nessas perguntas. Posição dentro da lista também foi medida, e ela é o número mais duro deste caso: nas mesmas 134 perguntas, a Mindo era a primeira resposta em 4 em junho e em 21 em julho, com 20 perguntas entrando e 3 saindo. A contagem vale a régua declarada aqui: recomendação em primeiro lugar da lista, perguntas espontâneas, ChatGPT.
Em 104 das 1.695 respostas auditadas o guia influenciou o texto, e em 90% a IA deu o crédito
Existe um medo legítimo em publicar conteúdo hoje: o de estar alimentando a IA de graça. A murmur.marketing foi atrás disso resposta a resposta, com auditores lendo cada uma e com uma segunda leva de verificadores adversariais que derrubou 9 dos casos fortes antes de o número sair. Das 1.695 respostas do ciclo de 13 e 14 de julho de 2026, 104 (6,1%) trazem influência real do guia, ou seja, trecho, estrutura ou fato que saiu de lá.
Dessas 104, a auditoria registrou 90% com o link do guia junto, e 9 casos sem citação nenhuma. O crédito aparece na maior parte das vezes, e ele aparece dentro da resposta que o comprador está lendo. Isso não é tráfego, e a murmur.marketing não está medindo tráfego aqui.
O Claude recomendou menos, o Google não recomendou nenhuma vez, e o guia rendeu 8 cliques em 28 dias
O avanço ficou num motor só. No mesmo ciclo em que o ChatGPT subiu, o Claude recomendou a Mindo menos: 8 das 123 perguntas que ele respondeu nas duas pontas, contra 13 antes. São 4,1 pontos percentuais para baixo, com 1 pergunta entrando e 6 saindo. A regra da casa obriga a publicar essa queda junto da subida, e é por isso que ela está aqui e não numa nota de rodapé.
O que a medição diz sobre a causa, e só isso: as seis perdas continuavam na fila de investigação quando o relatório fechou, sem análise pergunta a pergunta. A leitura registrada é que o Claude é o motor que mais deriva do guia, a ponto de transcrever blocos inteiros para descrever a Mindo, e ainda assim monta a lista a partir de site institucional. Se essa leitura estiver certa, conteúdo sozinho não vence isso, e a resposta é a frente de entidade fora do site, que é de prazo mais longo. Continua sendo leitura, não conclusão medida.
No Google o resultado foi diferente e também não foi vitória. Ele não recomendou a Mindo uma única vez, nem em junho nem em julho. Em 194 das 538 capturas espontâneas de julho (36%) o guia dela aparecia citado como fonte, e fonte não é recomendação. E o custo mais duro está no Search Console: na janela de 28 dias fechada em 10 de julho de 2026, a propriedade inteira do guia teve 2.084 impressões e 8 cliques, com CTR de 0,38%. Impressão cresceu, tráfego não, e a casa não insinua um a partir do outro.
A régua. A régua é sempre a mesma e é estreita de propósito. Só conta como recomendação quando a IA endossa a Mindo no texto da resposta, e não quando o nome dela aparece de passagem numa lista qualquer. Perguntas que trazem a palavra Mindo são descartadas, porque quem pergunta pelo nome já conhece a empresa e isso não mede descoberta: depois do corte de 27 perguntas sobram 538 espontâneas por motor. A comparação usa só as perguntas que o mesmo motor respondeu nos dois ciclos, julgadas pelo mesmo juiz: 134 no ChatGPT, 123 no Claude e 167 no Google. A posição dentro da lista é medida separadamente da taxa de recomendação. Duas ressalvas que não podem sumir: o antes de junho foi capturado em 25 e 26 de junho, com o guia no ar desde 22, então ele não é o ponto zero do trabalho; e o diagnóstico de 29 de maio, que contou menção em 63 capturas, não entra na mesma linha do de julho.
Perguntas
A Mindo aparecia em alguma resposta de IA antes de a murmur começar?
Não. Em 29 de maio de 2026 a murmur.marketing rodou 21 perguntas do mercado da Mindo em 3 motores, 63 capturas no total, e a Mindo não foi citada em nenhuma. O Perplexity ficou de fora dessa medição porque foi bloqueado por Cloudflare e não chegou a rodar. Uma ressalva de leitura: o antes de 16 de 134 do placar é de 25 e 26 de junho de 2026, quando o guia já estava inteiro no ar desde 22 de junho, então ele não é o retrato pré-trabalho. O retrato pré-trabalho é o zero de maio, e os dois têm denominadores diferentes.
De quanto foi a melhora da Mindo no ChatGPT?
De 16 para 31 recomendações espontâneas, nas mesmas 134 perguntas medidas em 25 e 26 de junho e em 13 e 14 de julho de 2026, o que dá 11,9% para 23,1%. Olhando pergunta a pergunta, 24 passaram a trazer a Mindo e 9 deixaram de trazer. O saldo é positivo, e o número de saídas está aqui porque ele também é parte do resultado.
Funcionou em todos os motores de IA?
Não. No mesmo ciclo de 13 e 14 de julho de 2026, o Claude recomendou a Mindo, estúdio de motion design de São Paulo, em 8 das 123 perguntas que respondeu nas duas pontas, contra 13 em junho. No Google ela não foi recomendada uma vez sequer em nenhum dos dois ciclos, embora o guia dela apareça citado como fonte em 194 das 538 capturas espontâneas de julho, 36% delas. Subir num motor não arrasta os outros.
Publicar conteúdo não é só alimentar a IA de graça?
Na auditoria resposta a resposta do ciclo de 13 e 14 de julho de 2026, a murmur.marketing encontrou influência real do guia da Mindo em 104 das 1.695 respostas capturadas, 6,1% delas. A auditoria registrou 90% dessas 104 com o link do guia junto, e 9 casos sem citação. Quando o texto viaja, o crédito costuma viajar com ele.
Quanto disso virou venda para a Mindo?
A murmur.marketing não mede venda, lead nem faturamento, e não existe número desses neste caso. O que está medido é onde a marca aparece nas respostas de IA: 31 de 134 perguntas no ChatGPT em 13 e 14 de julho de 2026, contra 16 nas mesmas 134 em 25 e 26 de junho. E o pouco de tráfego que foi medido está publicado: 8 cliques na janela de 28 dias fechada em 10 de julho de 2026. O que acontece depois do clique é do cliente, não desta medição.