Atualizado em 8 de outubro de 2026, por João Leite, Founder da murmur.
O checklist técnico para aparecer no ChatGPT confere se o robô da IA entra no site, lê o texto e acha cada página. A lista serve também ao Claude, ao Gemini, ao Perplexity e ao Google AIO, o resumo escrito por IA que abre muitas buscas do Google. São 23 itens em cinco blocos: acesso do robô, texto legível, página achada, página que responde e empresa reconhecida. O llms.txt fica fora da lista, e o schema entra só para descrever o que está na tela: nos testes publicados que a murmur reuniu até outubro de 2026, nenhum dos dois mostrou ganho de citação.
- Sem o robô de busca liberado, o site deixa de ser mostrado nas respostas. Segundo a OpenAI, o site fechado para o OAI-SearchBot não aparece nas respostas com busca do ChatGPT e só entra como link de navegação.
- O texto tem de chegar pronto no HTML. Os robôs da OpenAI e da Anthropic não executavam JavaScript na medição da Vercel de dezembro de 2024.
- No Google AIO, só entra página que o Google já guardou no índice. O Google pede a página indexada e qualificada para aparecer na busca com um trecho de texto.
- O robots.txt não vale igual para todas as IAs. Num estudo de julho de 2026, com 200 tentativas em dez assistentes, o Claude respeitou o bloqueio e o Gemini abriu as páginas bloqueadas.
- llms.txt e schema não mostraram ganho de citação. A Ahrefs achou 97% dos llms.txt válidos sem nenhum acesso em maio de 2026, e o schema não aumentou as citações no ChatGPT.
A murmur, agência de GEO no Brasil que coloca marcas nas respostas do ChatGPT, do Claude, do Google AIO e de outros agentes de IA, publica este checklist. Com cada cliente, a murmur mede onde a marca falta nas respostas, produz e estrutura as páginas que respondem ao comprador e acompanha a mudança semana a semana.
Acesso do robô: o robots.txt e a hospedagem deixam a IA entrar
O acesso vem primeiro no checklist, porque a IA só cita a página que o robô de busca dela consegue abrir. O robô de IA (crawler) é o visitante automático que cada empresa de IA manda aos sites para ler as páginas. O robots.txt é o arquivo, na raiz do site, com a regra de cada robô.
- O robots.txt fica na raiz de cada endereço. O Google escreve que o arquivo vale só para o endereço em cuja raiz ele está, e por isso blog.suaempresa.com.br precisa do próprio arquivo. Abra seusite.com.br/robots.txt no navegador e confira se ele responde.
- O OAI-SearchBot, robô de busca do ChatGPT, está liberado. A OpenAI escreve que o site fechado para ele não aparece nas respostas com busca do ChatGPT, e a mudança no arquivo pode levar cerca de 24 horas para valer na busca do ChatGPT. O treino dos modelos se decide à parte, como explica o guia sobre os robôs de IA da OpenAI e da Anthropic.
- O Claude-SearchBot, robô de busca do Claude, está liberado. Segundo a Anthropic, quem desliga esse robô pode perder visibilidade e precisão nos resultados de busca do Claude.
- O PerplexityBot está liberado, e o servidor aceita as faixas de IP dele. A documentação do Perplexity recomenda as duas coisas para o site aparecer na busca dele, e o passo a passo fica no guia sobre como aparecer no Perplexity.
- O Googlebot está liberado, e o Google-Extended é uma decisão à parte. Para o Google, a IA faz parte da Pesquisa, e as regras do robots.txt para o Googlebot controlam o acesso dela ao site. O Google-Extended controla outra coisa: o treino dos próximos modelos Gemini e o uso do texto nas respostas do aplicativo Gemini.
- A hospedagem, o firewall e a CDN deixam os robôs de IA passar. Esses serviços de proteção às vezes tratam o robô como ataque, mesmo com o robots.txt aberto. O jeito de achar esse bloqueio aparece no guia sobre a hospedagem que barra os robôs de IA.
O robots.txt não segura todas as IAs do mesmo jeito. Num estudo publicado em julho de 2026, Gabriel Lopez-Fonseca e colegas, da Universidade Politécnica de Madri e da ETH Zurique, testaram dez assistentes de IA. Nas 200 tentativas, 20 por assistente, o Claude abriu as páginas liberadas e nenhuma das bloqueadas, e o Gemini, o DeepSeek, o Grok e o Qwen abriram páginas liberadas e bloqueadas. O teste mediu o assistente abrindo a página a pedido de quem conversa, e não o robô que monta o índice de busca. A conclusão dos autores:
“these findings show that robots.txt cannot be assumed to reliably govern inference-time web access by AI assistants”
Para quem quer aparecer, a leitura é a inversa: no Claude, um bloqueio esquecido no robots.txt barra a página, mesmo quando alguém pede ao assistente que a abra.
Texto legível: o que o robô lê sem executar JavaScript
O texto que a IA pode citar é o que chega pronto no HTML, o código que o servidor entrega antes de qualquer script rodar. JavaScript, nesse caso, é o código que termina de montar a página no navegador de quem a abre.
- A resposta, o preço e a data estão no HTML que o servidor entrega. Em dezembro de 2024, a Vercel e a MERJ viram os robôs da OpenAI e da Anthropic baixarem o JavaScript sem executá-lo. Como conferir está no guia sobre o texto pronto no HTML.
- Nada do que responde fica atrás de aba, acordeão, botão ou imagem. Se o texto só carrega depois do clique, o robô que não executa JavaScript não o recebe. Num teste da Otterly com cinco IAs, um número posto só dentro de uma imagem não foi lido por nenhuma delas.
A murmur achou esse defeito no diagnóstico da Mindo, estúdio de motion design de São Paulo. Em 29 de maio de 2026, a Mindo ficou fora de todas as 63 respostas que medimos em três IAs, e o site dela, montado dentro do navegador, chegava em branco ao robô. Liberar robô nenhum resolveria aquilo, porque faltava texto para ler.
Página achada: índice do Google, sitemap e links entre as páginas
A IA só cita a página que encontra, e no Google AIO a página entra pelo índice do Google.
- A página aparece na busca comum do Google, com título e trecho. Para virar link de apoio no AI Overview e no AI Mode, o Google pede a página indexada e qualificada para mostrar um trecho. A inspeção de URL do Search Console diz se a página está no índice.
- Nenhum noindex ou nosnippet esquecido nas páginas que devem aparecer. São as marcas que pedem ao Google para não listar a página ou não mostrar trecho dela. O Google lista noindex, nosnippet, data-nosnippet e max-snippet como os controles que limitam o que a página mostra na Pesquisa. Como a IA faz parte da Pesquisa, segundo o Google, a regra vale também para o AI Overview.
- O site está incluído nos recursos de IA generativa no Search Console. Desde 31 de agosto de 2026, o Search Console tem um controle para a IA generativa da Pesquisa, e incluir o site é o padrão. Confira em Configurações se alguém mudou. O que mais conta no Google AIO está no guia sobre o AI Overview e o AI Mode.
- O sitemap traz todas as páginas que devem ser achadas, e o robots.txt aponta para ele. O sitemap é o arquivo que entrega aos buscadores, de uma vez, os endereços do site. O protocolo dos sitemaps permite apontar o arquivo no robots.txt, numa linha que começa com Sitemap: e traz o endereço completo.
- A data de cada página no sitemap é a da última mudança de verdade. O campo lastmod guarda essa data, e o Google só o usa quando ela confere com a página.
- Cada página nova recebe link de uma página que o buscador já conhece. O Google conta que descobre páginas novas pelos links de páginas que ele já visitou e pelo sitemap. Nenhum estudo reunido até outubro de 2026 mediu o efeito do link interno na citação das IAs, e a página sem link nenhum depende do sitemap ou de links de outros sites.
- Cada página tem um endereço só. Quando a mesma página abre em dois endereços, o redirecionamento e a tag canonical, que aponta o endereço principal, dizem ao Google qual guardar. O Google recomenda esses métodos e escreve que nenhum deles é obrigatório.
- O site está verificado no Search Console e no Bing Webmaster Tools, com o sitemap enviado. Os dois painéis mostram que páginas o Google e o Bing guardaram. O que cada um mostra sobre as IAs está no guia sobre o Search Console e o Bing Webmaster Tools.
- O site avisa o Bing pelo IndexNow quando uma página entra, muda ou sai. O IndexNow é o aviso que o site manda aos buscadores participantes, em vez de esperar que eles passem por lá. Pela lista oficial do IndexNow, o aviso chega ao Bing, à Yandex, à Naver, à Seznam.cz, à Yep e à Amazon. O Google não está nela. A OpenAI nomeia a Microsoft entre os provedores de busca do ChatGPT e não diz em que perguntas cada um entra, tema do guia sobre o ChatGPT search.
Sobre a data do sitemap, a página do Google sobre como criar o arquivo diz:
O Google usa o valor
<lastmod>se ele estiver correto de maneira consistente e comprovável (por exemplo, com base na comparação com a última data de modificação da página).
Na mesma página, mudar só o ano do aviso de direitos autorais não conta como atualização, e mudar o texto principal, os dados estruturados ou os links conta.
Página que responde: o que a IA recorta para montar a resposta
A página que responde traz a resposta no começo, com as palavras de quem pergunta e o dado escrito no próprio texto. A IA monta a resposta com trechos, e o trecho que se entende sozinho é o que ela consegue usar.
- A primeira frase responde a pergunta, e o título e os cabeçalhos usam as palavras do comprador. O passo a passo está no guia sobre como escrever um texto para aparecer no ChatGPT. O que torna um trecho fácil de citar está no guia sobre citabilidade por IA.
- Preço, prazo, número e data estão escritos no texto, e não só na imagem ou na marcação. Nenhuma das cinco IAs testadas pela searchVIU em outubro de 2025 encontrou o preço posto só na marcação da página.
- A data de atualização aparece na tela e é a mesma da marcação. A regra do Google para a data tem duas partes: um rótulo visível, como “Atualizado em”, e o mesmo valor nos dados estruturados.
- O schema, se existir, descreve só o que está na tela. O schema é um bloco no código da página que descreve para as máquinas o nome, o preço ou o endereço. Na comparação da Ahrefs com 1.885 páginas, publicada em maio de 2026, as citações no AI Overview caíram 4,6% depois do schema, em relação às páginas que não mexeram, e no ChatGPT a variação ficou dentro do acaso.
Empresa reconhecida: o mesmo nome em todo lugar e as páginas da empresa
As IAs confundem empresas de nome parecido, e a defesa é usar o mesmo nome, junto do que a empresa faz, em todo lugar.
- Nome e descrição iguais no site, no LinkedIn e nos perfis da empresa. O nome leva o que separa a empresa de outra de mesmo nome. Perfil por perfil, o passo a passo está no guia sobre o nome e os dados iguais em todo lugar.
- O site tem as páginas que o comprador procura: o serviço, o preço ou do que ele depende, os casos e quem responde pela empresa. A conta de quantas páginas fazer, e em que ordem, aparece no guia sobre quantas páginas publicar para aparecer no ChatGPT.
O que cada item vale no ChatGPT, no Claude, no Google AIO, no Perplexity e no Gemini
O acesso do robô vale nas cinco IAs, e o que muda é o caminho de cada uma até a página.
| item | ChatGPT | Claude | Google AIO | Perplexity | Gemini |
|---|---|---|---|---|---|
| robô liberado | OAI-SearchBot, pela OpenAI | Claude-SearchBot, pela Anthropic; respeitou o bloqueio no estudo de 2026 | regras do Googlebot, pelo Google | PerplexityBot e faixas de IP, pela documentação do Perplexity | Google-Extended para o aplicativo; abriu páginas bloqueadas no estudo de 2026 |
| texto no HTML | não executava JavaScript em 2024 (Vercel) | não executava JavaScript em 2024 (Vercel) | o Google processa JavaScript que não esteja bloqueado | não executava JavaScript em 2024 (Vercel) | a Vercel escreveu em 2024 que o Gemini usa a infraestrutura do Googlebot, que renderiza JavaScript |
| por onde a página é achada | busca da OpenAI, com provedores de fora | Brave Search, segundo a MERJ e a Profound | índice do Google | índice próprio do Perplexity, segundo a documentação dele | índice do Google, nas respostas do aplicativo |
| schema | variação dentro do acaso (Ahrefs); preço só na marcação não achado (searchVIU) | preço só na marcação não achado (searchVIU) | citações caíram 4,6% (Ahrefs) | preço só na marcação não achado (searchVIU) | preço só na marcação não achado (searchVIU) |
O robô liberado vale para as cinco IAs. O texto pronto no HTML foi condição no ChatGPT, no Claude e no Perplexity na medição de 2024, e o relato de 2026 sobre o robô da OpenAI está no guia sobre o texto no HTML. No Google AIO, o texto no HTML é mais conforto que condição, porque o Google escreve que processa o JavaScript que não esteja bloqueado. O schema não aparece a favor em nenhuma das cinco. O Claude e o Gemini se separam no robots.txt: no estudo de 2026, o Claude seguiu o bloqueio, e o Gemini abriu as páginas bloqueadas. A ligação entre o Claude e o Brave Search, que a Anthropic não confirma, aparece no guia sobre como fazer sua empresa ser citada pelas IAs.
O impacto de cada mudança: o que as fontes mostram e o que ninguém mediu
Nos estudos que a murmur reuniu até outubro de 2026, nenhum comparou entre si o efeito dos itens do checklist na citação das IAs. As fontes apontam três bloqueios que podem impedir a página de chegar à IA. O robô barrado está nas regras da OpenAI e da Anthropic, o texto fora do HTML na medição da Vercel de 2024, e a página fora do índice na regra do Google para o AI Overview.
Duas coisas comuns não têm prova a favor. Num teste da Otterly de 14 dias, no site da própria Otterly, a cópia em markdown de duas páginas não recebeu nenhuma visita de robô de IA. Na conta da Ahrefs com 75 mil marcas, de dezembro de 2025, o número de links recebidos acompanhou pouco o aparecimento da marca nas respostas, e a Ahrefs escreve que correlação não é causa. Os links de outros sites são o assunto do guia sobre backlinks para aparecer na IA.
Como usar o checklist no site da sua empresa
Use o checklist depois de ver o que as IAs respondem hoje, e confira os blocos na ordem, do acesso à empresa reconhecida. Leve as perguntas do seu comprador ao ChatGPT, ao Claude e ao Google AIO e marque as respostas em que a empresa entra. Se ela não aparece em nenhuma, comece pelo acesso, pelo texto e pelo índice. Se aparece em parte, olhe a página que responde a cada pergunta em que ela falta.
Anote o item que falhou, a data do conserto e o que mudou. Depois, refaça as mesmas perguntas. O jeito de montar essa conta está no guia sobre como medir a presença da marca no ChatGPT.
Na murmur, o checklist é o ponto de partida, e o trabalho é a página que responde
Na murmur, o checklist é a condição de partida, e o trabalho está na página que responde ao comprador. A murmur trabalha em cima do que o site do cliente já mostra. O estudo do setor decide que perguntas ganham página, e os guias saem num subdomínio da marca do cliente. O site principal fica com o time do cliente: quando a medição mostra algo a ajustar nele, isso chega ao time como sugestão.
Na Mindo, o diagnóstico de 29 de maio de 2026 achou o site em branco para o robô, e o guia foi para guia.mindo.com.br com o texto pronto no HTML, inteiro no ar em 22 de junho. O que mudou depois nas respostas do ChatGPT está no caso da Mindo. Para ver que páginas chegam às respostas num mercado, a maioria dos estudos por setor da murmur mostra os sites que as IAs usaram como fonte numa rodada de perguntas de compra.
Perguntas frequentes
O llms.txt entra no checklist?
O llms.txt fica fora do checklist, porque os dados publicados não mostram efeito dele para aparecer no ChatGPT. Em maio de 2026, a Ahrefs olhou 137.210 sites, e 97% dos llms.txt válidos não tiveram nenhum acesso no mês. A busca do Google dispensa o arquivo, nas palavras do guia do Google para os recursos de IA, e, nas páginas sobre os robôs, nem a OpenAI nem a Anthropic dizem que eles abrem o llms.txt. Quando a plataforma cria o arquivo sem trabalho, não há motivo para tirá-lo. O formato está no guia sobre o llms.txt.
O checklist vale igual para o ChatGPT, o Gemini, o Perplexity e o Google AIO?
O checklist vale para todas no acesso do robô e na página que responde, e muda na porta de entrada. O Google AIO e as respostas do aplicativo Gemini usam o índice do Google. O Perplexity tem índice próprio, e o Claude cita sobretudo páginas do topo do Brave Search, segundo a MERJ e a Profound.
A velocidade do site muda a citação?
Nenhum estudo reunido até outubro de 2026 mediu a ligação entre a velocidade do site e a citação pelas IAs. Numa página de março de 2025, o Bing lista o tempo de carregamento por último entre os parâmetros de busca, que ele diz estarem em ordem geral de importância. Mantenha o site leve pela pessoa que visita, sem contar com efeito nas respostas.
Dá para fazer o checklist sozinho, sem agência?
Dá. Exige quem leia HTML, entenda de robôs e refaça a conferência a cada troca de plataforma, de hospedagem ou de robots.txt. As ferramentas são gratuitas: o navegador, o Search Console e o Bing Webmaster Tools. O checklist não escreve a página que responde ao comprador, nem mostra se a empresa passou a aparecer. No site principal, a ajuda da murmur é o diagnóstico e a sugestão ao time do cliente, e as páginas novas saem num subdomínio da marca.
Com que frequência revisar o checklist?
Revise o checklist a cada mudança no site, na hospedagem ou no robots.txt, e a cada robô novo anunciado pelas empresas de IA. A data e o sitemap se conferem a cada página publicada. As respostas das IAs pedem outra frequência, explicada no guia sobre com que frequência medir a presença da marca.
Por onde começar, e onde a murmur entra
Comece pelo que as IAs respondem hoje sobre o seu mercado, e depois pelo primeiro item da lista que falhar no seu site. Com o endereço do site, o diagnóstico gratuito da murmur mostra em menos de dois minutos, e sem cadastro, as respostas do ChatGPT, do Claude, do Perplexity e do Google AIO às perguntas do seu mercado. Conserte esse primeiro item, confira o seguinte e refaça as perguntas depois de cada conserto.
Leia também
- llms.txt: o que é, para que serve e se funciona para ser citado por IA
- Como escrever um texto para aparecer no ChatGPT: resposta no começo e números com fonte
- Como funciona o ChatGPT search: da pergunta às fontes da resposta
- Como fazer sua empresa aparecer no ChatGPT: o passo a passo, sem cadastro nem anúncio
- Por que o ChatGPT não recomenda a sua empresa, e o que mostrar ao chefe
Referências
- Google Search Central, “How to write and submit a robots.txt file”, atualizado em 21/11/2025. https://developers.google.com/search/docs/crawling-indexing/robots/create-robots-txt (lido em 30/09/2026).
- OpenAI, “Overview of OpenAI Crawlers”, sem data na página. https://developers.openai.com/api/docs/bots (lido em 01/10/2026).
- Anthropic, “Does Anthropic crawl data from the web, and how can site owners block the crawler?”, Central de Ajuda do Claude, 07/04/2026. https://support.claude.com/en/articles/8896518-does-anthropic-crawl-data-from-the-web-and-how-can-site-owners-block-the-crawler (lido em 05/10/2026).
- Perplexity, “Perplexity Crawlers”, documentação do Perplexity, sem data na página. https://docs.perplexity.ai/docs/resources/perplexity-crawlers (lido em 06/10/2026).
- Google, “Recursos de IA e seu site”, Central da Pesquisa Google, versão em português com última atualização em 31/12/2025. https://developers.google.com/search/docs/appearance/ai-features?hl=pt-br (lido em 03/10/2026).
- Google, “Google’s common crawlers”, seção Google-Extended, última atualização em 14/07/2026. https://developers.google.com/search/docs/crawling-indexing/google-common-crawlers (lido em 05/10/2026).
- Gabriel Lopez-Fonseca, David Rodriguez, Stefan Bechtold e Jose M. Del Alamo, “Do Generative AI Assistants Respect robots.txt? Tracing Web Access Beyond Visible Answers”, arXiv 2607.14447, versão 1 de 16/07/2026 e versão 2 de 19/07/2026, sem revisão por pares. Dez assistentes, quatro condições de robots.txt e 200 tentativas; os números de acesso estão na Tabela 4. https://arxiv.org/abs/2607.14447 (lido em 08/10/2026).
- Giacomo Zecchini, Alice Alexandra Moore, Malte Ubl e Ryan Siddle, “The rise of the AI crawler”, Vercel, com a MERJ, 17/12/2024. A Vercel vende hospedagem de sites. https://vercel.com/blog/the-rise-of-the-ai-crawler (lido em 30/09/2026).
- Otterly, Rick Tousseyn, “GEO Experiment: Your Image Alt Text is Built for SEO. AI Search Reads Right Past It”, atualizado em 21/04/2026. 120 rodadas em cinco IAs, num domínio de teste; a versão com o dado só dentro da imagem não teve nenhuma resposta certa. A Otterly vende monitoramento de IA. https://otterly.ai/blog/geo-experiment-image-metadata/ (lido em 01/10/2026).
- Google, “Controle de uso na IA generativa da Pesquisa”, Ajuda do Search Console, com a nota do lançamento para todos os sites em 31/08/2026. https://support.google.com/webmasters/answer/16908024?hl=pt-BR (lido em 03/10/2026).
- sitemaps.org, “sitemaps.org - Protocol”. https://www.sitemaps.org/protocol.html (lido em 30/09/2026).
- Google, “Criar e enviar um sitemap”, Central da Pesquisa Google, versão em português com última atualização em 15/07/2026. https://developers.google.com/search/docs/crawling-indexing/sitemaps/build-sitemap?hl=pt-br (lido em 08/10/2026).
- Google, “Guia detalhado de como a Pesquisa Google funciona”, Central da Pesquisa Google, versão em português com última atualização em 18/12/2025. https://developers.google.com/search/docs/fundamentals/how-search-works?hl=pt-br (lido em 08/10/2026).
- Google, “Como especificar um canônico com rel=“canonical” e outros métodos”, Central da Pesquisa Google, versão em português com última atualização em 15/07/2026. https://developers.google.com/search/docs/crawling-indexing/consolidate-duplicate-urls?hl=pt-br (lido em 08/10/2026).
- IndexNow.org, “FAQ”, seção de envio de URL, com a lista dos buscadores participantes. https://www.indexnow.org/faq (lido em 08/10/2026).
- searchVIU, “Schema Markup and AI in 2025: What ChatGPT, Claude, Perplexity & Gemini Really See”, 02/12/2025. Teste de 30/10/2025 numa página da própria searchVIU, que vende ferramentas de SEO. https://www.searchviu.com/en/schema-markup-and-ai-in-2025-what-chatgpt-claude-perplexity-gemini-really-see/ (lido em 01/10/2026).
- Google Search Central, “Influence your byline dates in Google Search”, atualizado em 10/12/2025. https://developers.google.com/search/docs/appearance/publication-dates (lido em 01/10/2026).
- Ahrefs, Louise Linehan, com Xibeijia Guan, “We Tracked 1,885 Pages Adding Schema. AI Citations Barely Moved.”, 11/05/2026. 1.885 páginas que acrescentaram JSON-LD entre agosto de 2025 e março de 2026, contra 4.000 de controle; todas tinham mais de 100 citações no AI Overview antes da mudança. A Ahrefs vende ferramentas de SEO e de acompanhamento em IA. https://ahrefs.com/blog/schema-ai-citations/ (lido em 01/10/2026).
- Google, “Otimizar seu site para recursos de IA generativa na Pesquisa Google”, Central da Pesquisa Google, versão em português com última atualização em 14/07/2026, sobre JavaScript. https://developers.google.com/search/docs/fundamentals/ai-optimization-guide?hl=pt-br (lido em 03/10/2026).
- Google Search Central, “Optimizing your website for generative AI features on Google Search”, com a nota sobre o llms.txt acrescentada em 15/06/2026. https://developers.google.com/search/docs/fundamentals/ai-optimization-guide (lido em 30/09/2026).
- Rick Tousseyn, “GEO Experiment: Markdown vs. HTML, Which Format Do AI Crawlers Prefer?”, Otterly, atualizado em 01/04/2026. Dois pares de páginas no site da própria Otterly, por 14 dias. A Otterly vende monitoramento de IA. https://otterly.ai/blog/geo-experiment-html-vs-markdown/ (lido em 30/09/2026).
- Ahrefs, Louise Linehan, “Top Brand Visibility Factors in ChatGPT, AI Mode, and AI Overviews (75k Brands Studied)”, 12/12/2025. É correlação, e a Ahrefs escreve que correlação não é causa; a amostra são domínios com Domain Rating acima de 40. https://ahrefs.com/blog/ai-brand-visibility-correlations/ (lido em 01/10/2026).
- Louise Linehan e Xibeijia Guan, “We Analyzed 137K Sites: 97% of llms.txt Files Never Get Read”, Ahrefs, 15/06/2026. Registros de acesso de 137.210 sites com tráfego em maio de 2026, dos quais cerca de 38 mil com llms.txt válido. https://ahrefs.com/blog/llmstxt-study/ (lido em 30/09/2026).
- Microsoft, “How Bing delivers search results”, Suporte da Microsoft, última atualização em março de 2025. Os parâmetros vêm “in general order of importance”, e o tempo de carregamento é o último. A Microsoft é dona do Bing. https://support.microsoft.com/en-us/bing/how-bing-delivers-search-results (lido em 08/10/2026).
- Ryan Siddle, da MERJ, e Josh Blyskal, da Profound, “How Brave Search discovers new pages: A deep dive into the Web Discovery Project”, MERJ, 09/07/2026. Cerca de 35 mil citações do Claude; a MERJ escreve que a Anthropic não confirmou a ligação com o Brave. https://www.merj.com/blog/how-brave-search-discovers-new-pages (lido em 03/10/2026).
- OpenAI, “Searching the web with ChatGPT”, Central de Ajuda da OpenAI: a página liga a política de privacidade da Microsoft e a da Shopify como provedores de busca, sem dizer em que perguntas cada um entra. https://help.openai.com/en/articles/9237897-searching-the-web-with-chatgpt (lido em 30/09/2026).
- murmur: caso da Mindo, https://murmur.marketing/casos/mindo/; diagnóstico gratuito, https://murmur.marketing/diagnostico/; estudos por setor, https://murmur.marketing/estudos/.