Atualizado em 8 de outubro de 2026, por João Leite, Founder da murmur.

Citabilidade por IA é a chance de uma página aparecer no ChatGPT e nas outras IAs como fonte, usada para escrever a resposta. O termo circula entre as agências de GEO, o trabalho de fazer a empresa aparecer nas respostas do ChatGPT e das outras IAs. Quem procura o serviço fala em aparecer no ChatGPT ou em ser citado pela IA. Os estudos publicados ligam a citação a três coisas. A página trata do assunto da pergunta, responde logo no começo e traz prova que se confere, como número, definição e comparação. Formato isolado, assinatura do autor e tom persuasivo pesaram pouco nos testes e nas coletas.

  • Citabilidade é da página, e presença é da marca. A presença conta em quantas respostas a marca aparece, com ou sem uma página dela citada.
  • O assunto da pergunta vem antes de tudo. Num teste com seis modelos de IA e 252 mil rodadas, a fonte fora do assunto perdeu nos seis.
  • A prova dentro do texto pesa. Num estudo com 18.151 páginas citadas, as que traziam definições contribuíram, em média, 57,33% mais para a resposta.
  • Formato isolado, autor e tom persuasivo pesam pouco. Na coleta da Surfer, a seção de autor ficou com 3,1% entre os fatores ligados à citação no ChatGPT.
  • O ganho de informação vem de uma patente do Google, concedida em 2022. A patente descreve um método para escolher documentos, e não mede citação por IA.

Citabilidade por IA é a chance de a página aparecer no ChatGPT como fonte da resposta

Citabilidade por IA é a chance de uma página ser escolhida como fonte e usada pela IA para escrever a resposta. Essa chance tem dois momentos, que Zhang Kai e dois colegas separaram num estudo de abril de 2026. No primeiro, a IA busca e põe a página entre as fontes. No segundo, a página entrega palavras, números ou estrutura à resposta. O estudo olhou 18.151 páginas citadas pelo ChatGPT, pelo Perplexity e pelo AI Overview do Google, ou Google AIO, o texto gerado por IA que abre a página de resultados em muitas buscas do Google.

Cada IA reparte a resposta entre um número diferente de fontes. No estudo de Zhang Kai e colegas, o ChatGPT citou em média 6,88 fontes por pergunta, o AI Overview do Google 12,06 e o Perplexity 16,35. O ChatGPT citou menos páginas e aproveitou mais cada uma delas na resposta.

As definições de citabilidade que circulam no mercado usam o termo em sentidos diferentes: a chance de uma página virar fonte, a chance de uma empresa ser mencionada e até um critério de revisão editorial, sem número. O sentido da empresa já tem outro nome, presença. Presença é em quantas respostas a marca aparece, dividido pelo total de respostas. Uma página citável ajuda a marca a aparecer, e a conta da presença mostra se ela apareceu.

A murmur, agência de GEO no Brasil que coloca marcas nas respostas do ChatGPT, do Claude, do Google AIO e de outros agentes de IA, trabalha com as duas contas. Ela estuda o setor do cliente, escreve as páginas que respondem às perguntas desse setor e acompanha, semana após semana, em quantas respostas a marca aparece. A página é o que a IA pode usar como fonte. A presença mostra se a marca entrou nas respostas.

Os fatores medidos para aparecer no ChatGPT como fonte: assunto, resposta no começo e prova

Os estudos apoiam três fatores: a página trata do assunto exato da pergunta, responde logo no começo e traz prova no texto. O assunto vem antes de tudo. Vishwakarma e colegas, num teste apresentado no SIGIR 2026, congresso de busca de informação, puseram seis modelos de IA para escolher entre duas fontes quase iguais, em 252 mil rodadas. A fonte fora do assunto da pergunta perdeu nos seis modelos, assim como a fonte sem preço, a de data antiga contra a recente e a que vinha mais abaixo na lista.

As fontes do teste do SIGIR eram resenhas de produto montadas para o experimento e entregues direto aos modelos, sem a busca do ChatGPT no meio. Os autores trabalham na Sprinklr, empresa de software. A revisão de 45 estudos de Olivier Martinez, de julho de 2026, dá apoio forte, em testes controlados, à página que responde a pergunta, ao lado da posição dela na lista de fontes.

A resposta no começo aparece também fora do laboratório. A Surfer, que vende um editor de texto para SEO, pontuou as fontes de mais de 650 mil respostas reais de IA, em rodadas de outubro de 2025 e abril de 2026. No ChatGPT de 2026, os fatores mais ligados à citação estavam nas primeiras linhas: a página que repete a pergunta e já entrega a resposta curta. A Surfer escreve que é correlação, ou seja, mostra como é a página citada, e não por que ela foi escolhida.

A prova dentro do texto é o terceiro fator. No estudo de Zhang Kai e colegas, as páginas com definições contribuíram para a resposta, em média, 57,33% mais que as páginas sem elas, e as com números, 61,55% mais. Os autores tratam esses números como descrição, e não como causa. No estudo de Aggarwal e outros, que deu nome ao GEO e foi apresentado no KDD 2024, pôr na página frases entre aspas de fontes levou a parte da resposta atribuída a ela de 19,3% para 27,2%. Foram mil perguntas, e em cada uma o GPT-3.5, modelo da OpenAI, recebia as cinco primeiras páginas do Google, uma delas reescrita.

Martinez junta os três fatores numa recomendação que ele mesmo chama de conservadora:

“The best-supported recommendation is conservative: produce a relevant, comprehensive, verifiable, clearly structured, and technically retrievable page; then measure retrieval, citation, and fidelity separately.”

Em português, a recomendação de Martinez pede uma página que trata da pergunta, cobre o assunto, deixa cada afirmação conferível, tem seções claras e pode ser achada pela busca. Depois, cada passo se mede em separado. A escrita dessa página, frase a frase, tem guia próprio: como escrever um texto para aparecer no ChatGPT.

Formato do conteúdo: a lista de “melhores” aparece mais, e o formato sozinho não decide

A lista de “melhores” é o tipo de página mais citado pelo ChatGPT, e o formato, isolado em laboratório, não mudou a escolha da fonte. A Ahrefs, que vende ferramentas de SEO e de acompanhamento em IA, classificou os tipos de página que o ChatGPT citou em 750 perguntas de começo de compra, em parte à mão e em parte com o GPT-5. As perguntas eram sobre software, produtos e agências, num estudo publicado em dezembro de 2025. As listas de “melhores X” foram 43,8% dos tipos de página citados. O número mostra o que o ChatGPT acha e usa nesse tipo de pergunta, e não que a página ganhe por ser lista.

Dentro das páginas já citadas, o conteúdo pesou mais que a forma. Martinez põe o formato sozinho, e as receitas prontas, entre os resultados que aparecem num teste e não se repetem nos outros. O teste que isolou o formato, e quando usar tabela e lista, ficam no guia sobre escrever para aparecer no ChatGPT, na parte sobre tabela, lista e resumo.

Chunking: a IA lê a página em trechos, e o tamanho ideal de trecho ninguém mediu

Chunking é o corte de uma página em trechos menores, entre os quais a IA escolhe o que usar na resposta. A Anthropic, empresa que faz o Claude, descreve o corte como o primeiro passo de uma base de busca para IA. Os documentos viram trechos de, em geral, no máximo algumas centenas de tokens, os pedaços de palavra que o modelo lê. Na avaliação da própria Anthropic, o trecho que perde o contexto do documento é achado com mais dificuldade, e devolver esse contexto reduziu em 35% as falhas em achar o trecho certo entre os 20 primeiros, de 5,7% para 3,7%.

O tamanho de trecho que faz uma página ser citada ninguém mediu. Os tamanhos ideais que circulam vêm das configurações de quem monta cada índice, e mudam de um sistema para outro. O Google escreve, sobre a busca dele, que não é preciso picar o texto para a IA entender:

“There’s no requirement to break your content into tiny pieces for AI to better understand it. Google systems are able to understand the nuance of multiple topics on a page and show the relevant piece to users.”

O chunking pede de quem escreve uma coisa só: o parágrafo que se entende sozinho, com o assunto nomeado logo no começo. Um parágrafo que abre com “isso” perde o sentido quando vira trecho. Como escrever assim está no guia sobre como escrever um texto para aparecer no ChatGPT, e o caminho da pergunta até as fontes, no guia sobre como funciona o ChatGPT search.

Information gain: o texto que acrescenta ao que já foi publicado

Information gain é o quanto um texto acrescenta de informação nova ao que já foi publicado sobre o assunto. Em português, ganho de informação. Parte das agências que usam o termo aponta para uma patente do Google, “Contextual estimation of link information gain”, registrada em 18 de outubro de 2018 e concedida em 7 de junho de 2022. A patente descreve uma nota, calculada por um modelo, para quanto um documento traz além do que a pessoa já viu, e o uso dessa nota para escolher o que mostrar em seguida.

Uma patente registra um método, e não mostra que o Google o usa nem que o ChatGPT escolha fontes assim. Entre os estudos de citação por IA que a murmur leu, de laboratório e de coleta, nenhum mediu o efeito do ganho de informação. O “até 40%” que às vezes aparece ao lado do termo vem do estudo de Aggarwal, que testou estatísticas, citações e fontes, e não ganho de informação.

O mais perto do ganho de informação, na documentação do Google, é uma orientação para a busca dele, que inclui o AI Overview. O Google pede conteúdo que vá além do que todo mundo já sabe, e dá como exemplo de texto comum “7 Tips for First-Time Homebuyers”, sete dicas para quem compra a primeira casa. Para o Google, esse é o conselho que mais deve pesar nas respostas de IA da busca, no longo prazo.

Autor, E-E-A-T e tom de autoridade pesaram pouco nas medições

Autor, E-E-A-T e tom de autoridade apareceram com peso pequeno ou instável nas medições de citação por IA. E-E-A-T é a sigla em inglês de experiência, especialidade, autoridade e confiança, os critérios que o manual dos avaliadores de qualidade do Google usa para julgar uma página. Na coleta da Surfer, a seção que apresenta o autor ficou com 3,1%, perto do fim da lista de fatores do ChatGPT em 2026. Martinez classifica o apoio ao tom de autoridade como fraco e instável, e avisa para não confundir confiança com prova. A assinatura do autor, e o que ela muda para quem lê, ficam com a pergunta sobre quem assina o texto, no guia sobre escrever para aparecer no ChatGPT.

Tamanho da página: um piso perto de 200 palavras, e nenhum número ideal

O tamanho que os estudos sustentam é um piso, perto de 200 palavras, e não um número ideal. No Answer Bubbles, estudo de Huang e colegas da Universidade de Illinois, com 11 mil buscas reais, a fonte curta foi menos aproveitada pelo AI Overview do Google, e os autores chamam isso de viés de tamanho. O Google escreve que não há tamanho ideal de página. Os números de cada estudo estão na parte sobre o tamanho do texto do guia sobre escrever para aparecer no ChatGPT.

O que ajuda, o que pesa pouco e o que ninguém mediu na citação por IA

Os estudos separam os fatores de citabilidade em três grupos: os que ajudam, os que pesam pouco e os que ninguém mediu.

fatoro que se achouquem mediu, e como
assunto da perguntaa fonte fora do assunto perdeu nos seis modelosVishwakarma e colegas, laboratório com seis modelos
resposta no começoos fatores das primeiras linhas lideraram no ChatGPTSurfer, correlação em mais de 650 mil respostas
número, definição e comparaçãoas páginas com eles contribuíram mais para a respostaZhang Kai e colegas, 18.151 páginas; Aggarwal, mil perguntas
data recentevenceu a data antiga nos seis modelosVishwakarma e colegas, laboratório
formato: seções, listas, pergunta e respostasem efeito no teste que isolou o formato; pergunta e resposta contribuiu menosVishwakarma e colegas; Zhang Kai e colegas
autor e tom de autoridade3,1% para a seção de autor; apoio fraco e instável para o tomSurfer; Martinez, revisão de 45 estudos
palavra-chave em excessoa parte da resposta atribuída à página caiuAggarwal
tamanho do trechoninguém mediu o efeito na citaçãosó configurações de quem monta a busca
ganho de informaçãoninguém mediu o efeito na citaçãopatente do Google, sem teste de citação

O conteúdo decide antes da forma: a página no assunto, com a resposta no começo e a prova dentro, é a que os estudos apoiam. Formato isolado, autor e tom persuasivo servem a quem lê e pesam pouco na escolha da fonte. Estrutura clara entra como parte do conteúdo que o leitor e a IA aproveitam.

O que a página sozinha não resolve: o robô, a busca e os outros sites

A citabilidade só conta para a página que a IA consegue achar e ler. Martinez escreve que “a perfectly formulated page that is absent from the top-k cannot contribute”: a página perfeita que fica fora dos primeiros resultados da busca não chega à resposta. Os robôs de IA (crawlers), como o GPTBot, da OpenAI, são o que cada empresa de IA manda ao site para baixar o texto das páginas. Eles precisam ter a entrada liberada e receber esse texto pronto no HTML. Por que o texto montado por JavaScript pode não chegar à IA está no guia sobre o llms.txt, e os itens técnicos, um a um, no checklist técnico para aparecer no ChatGPT.

O que outros sites dizem da empresa pesa na recomendação, e é outro trabalho. A Ahrefs cruzou 75 mil marcas em dezembro de 2025, e as menções à marca em outros sites acompanharam o aparecimento dela nas respostas de IA com correlação de 0,66 a 0,71. O número de páginas do próprio site ficou em 0,19, e a Ahrefs avisa que correlação não prova causa. Os motivos estão no guia sobre por que a IA recomenda umas empresas e outras não, e o peso dos links de fora, no guia sobre backlinks para aparecer na IA. A página citável é a base do trabalho, e não ele inteiro: o que muda de um blog comum para o GEO está no guia sobre GEO e marketing de conteúdo.

Na murmur, o estudo do setor escolhe as páginas, e a presença mostra se elas entraram nas respostas

Na murmur, o estudo do setor do cliente decide quais perguntas ganham página, e o acompanhamento da presença mostra se a marca entrou nas respostas. Um especialista dedicado à marca, a mesma pessoa do diagnóstico em diante, estuda a empresa e o setor e levanta quem aparece no lugar dela em cada pergunta. A murmur escreve as páginas que preenchem as lacunas do cliente e as publica num subdomínio da marca dele. Se o contrato terminar, as páginas ficam com o cliente.

A murmur escreve essas páginas pelos estudos acadêmicos de citação por IA, entre eles a revisão de 45 estudos de Martinez: a pergunta respondida no começo, com a prova dentro do texto. O resultado se vê nas respostas. A murmur faz as mesmas perguntas do mercado ao ChatGPT, ao Claude, ao Perplexity e ao Google AIO semana após semana, e o painel incluso no serviço mostra a presença da marca ao lado da de cada concorrente. Cada caso da murmur leva o nome do cliente, publicado com a autorização dele.

Perguntas frequentes

Citabilidade é o mesmo que presença da marca nas IAs?

Não: citabilidade é a chance de uma página virar fonte, e presença é a conta da marca nas respostas. Uma página citada pode entrar na resposta sem o nome da empresa, e a marca pode ser recomendada pelo que outros sites dizem dela. A diferença entre ser citada como fonte e ser recomendada está no guia sobre por que a IA recomenda umas empresas e outras não.

Dá para medir a citabilidade de uma página?

Dá para medir o resultado, e não uma nota: faça as perguntas do mercado às IAs e conte em quantas respostas a página vira fonte. As notas de citabilidade que circulam no mercado são métodos de quem as criou, e nenhum estudo de citação que a murmur leu as liga à escolha da fonte. No Google, o Search Console tem um relatório de desempenho em IA generativa, e o que ele mostra e o que fica de fora está no guia sobre o Search Console e o Bing Webmaster Tools. Para o ChatGPT e as outras IAs, o passo a passo está no guia de como medir a presença da marca no ChatGPT.

Citabilidade é o mesmo que SEO?

SEO e citabilidade medem coisas diferentes. SEO trabalha a posição na busca do Google, e a citabilidade é a chance de a página virar fonte na resposta de uma IA. O Google escreve que, na busca dele e nos recursos de IA dela, valem as boas práticas de SEO, e que dá para ignorar truques como picar o texto. A página do Google vale para a busca dele, e não fala do ChatGPT, do Claude nem do Perplexity. Até onde vale o que o Google diz está no guia o que o Google diz sobre SEO para IA. A murmur escreve as páginas que respondem às perguntas do mercado e acompanha, no ChatGPT, no Claude, no Perplexity e no Google AIO, em quantas respostas a empresa aparece. A posição nos links do Google é trabalho de SEO.

Mudar a data da página faz ela ser citada mais?

A data recente venceu a antiga num teste de laboratório, e só conta quando o texto mudou de verdade. O teste e o que o Google pede da data ficam no guia sobre escrever para aparecer no ChatGPT, na pergunta sobre mudar a data do texto.

Por onde começar a ver se as suas páginas viram fonte

O primeiro passo é ver o que as IAs respondem hoje às perguntas do seu mercado. O diagnóstico gratuito da murmur mostra essas respostas para a sua empresa, sem cadastro e em menos de dois minutos. Cada um dos estudos por setor da murmur mostra, num setor de nicho, as marcas que as IAs indicaram numa rodada de 25 perguntas de compra.

Leia também

Referências

  • Zhang Kai, He Xinyue e Yao Jingang, “From Citation Selection to Citation Absorption: A Measurement Framework for Generative Engine Optimization Across AI Search Platforms”, arXiv 2604.25707, 28/04/2026, versão 2 de 29/04/2026, preprint. 602 perguntas e 18.151 páginas baixadas, com os dados públicos do geo-citation-lab; os números de definição, comparação, passo a passo e pergunta e resposta estão na tabela de gêneros de evidência, e os de palavras, na Figura 5. https://arxiv.org/abs/2604.25707 (lido em 08/10/2026).
  • Rahul Vishwakarma, Shushant Kumar e Ratnesh Jamidar, Sprinklr, “What Gets Cited: Competitive GEO in AI Answer Engines”, SIGIR 2026, arXiv 2605.25517, 25/05/2026. Seis modelos por API, 252.000 rodadas, 18 fatores; os efeitos por modelo estão na Tabela 2. https://arxiv.org/abs/2605.25517 (lido em 08/10/2026).
  • Olivier Martinez, “Optimizing Visibility in Generative Engines: A Critical Survey of Generative Engine Optimization (2023–2026)”, arXiv 2607.14035, 15/07/2026. O grau de apoio de cada fator está na Tabela 4. https://arxiv.org/abs/2607.14035 (lido em 08/10/2026).
  • Surfer, Paulina Kaleta, “How to Rank in ChatGPT: What the Data Actually Says”, atualizado em 17/09/2026. Mais de 650 mil respostas de IA coletadas nas telas das ferramentas, em rodadas de outubro de 2025 e abril de 2026; dados de correlação, nas palavras da própria Surfer, que vende um editor de texto para SEO. https://surferseo.com/blog/how-to-rank-in-chatgpt/ (lido em 08/10/2026).
  • Pranjal Aggarwal, Vishvak Murahari, Tanmay Rajpurohit, Ashwin Kalyan, Karthik Narasimhan e Ameet Deshpande, “GEO: Generative Engine Optimization”, KDD 2024, arXiv 2311.09735, versão 1 de 16/11/2023 e versão 3 de 28/06/2024. Os valores são da Tabela 1, coluna Overall da contagem de palavras ajustada pela posição, na parte de teste de mil perguntas de um banco de 10 mil, com o GPT-3.5 turbo. https://arxiv.org/abs/2311.09735 (lido em 08/10/2026).
  • Ahrefs, Glen Allsopp, “Do Self-Promotional “Best” Lists Boost ChatGPT Visibility? Study of 26,283 Source URLs”, 04/12/2025. 750 perguntas de começo de compra ao ChatGPT, em software, produtos e agências. A Ahrefs vende ferramentas de SEO e de acompanhamento em IA. https://ahrefs.com/blog/best-lists-research/ (lido em 08/10/2026).
  • Anthropic, “Introducing Contextual Retrieval”, 19/09/2024. Avaliação interna do método de indexação da Anthropic. https://www.anthropic.com/engineering/contextual-retrieval (lido em 08/10/2026).
  • Google Search Central, “Optimizing your website for generative AI features on Google Search”, atualizado em 10/07/2026. Vale para a busca do Google e os recursos de IA dela. https://developers.google.com/search/docs/fundamentals/ai-optimization-guide (lido em 08/10/2026).
  • Google LLC, Victor Carbune e Pedro Gonnet Anders, patente US11354342B2, “Contextual estimation of link information gain”, depositada em 18/10/2018 e concedida em 07/06/2022. https://patents.google.com/patent/US11354342B2/en (lida em 08/10/2026).
  • Michelle Huang, Agam Goyal, Koustuv Saha e Eshwar Chandrasekharan, “Answer Bubbles: Information Exposure in AI-Mediated Search”, EMNLP 2026, arXiv 2603.16138, versão 2 de 28/08/2026. Os pontos percentuais estão na Tabela 3. https://arxiv.org/abs/2603.16138 (lido em 08/10/2026).
  • Ahrefs, Louise Linehan, “Top Brand Visibility Factors in ChatGPT, AI Mode, and AI Overviews (75k Brands Studied)”, 12/12/2025. É correlação. https://ahrefs.com/blog/ai-brand-visibility-correlations/ (lido em 08/10/2026).
  • Google, “Generative AI performance report (Search)”, Ajuda do Search Console, com a nota do lançamento para todos os sites em 31/08/2026. https://support.google.com/webmasters/answer/16984139 (lido em 08/10/2026).
  • murmur, diagnóstico gratuito: https://murmur.marketing/diagnostico/; estudos por setor: https://murmur.marketing/estudos/; casos publicados com autorização dos clientes: https://murmur.marketing/casos/ (lidos em 08/10/2026).